09 Set, 21

Por sua posição de protagonismo no agronegócio brasileiro, Goiânia foi escolhida pela World Trade Centers Association (WTCA) para se tornar a segunda cidade do país a receber um empreendimento da famosa rede internacional de negócios. A WTCA foi fundada em 1968, 25 anos após a inauguração do primeiro World Trade Center, em New Orleans, no estado americano da Louisiana, e atualmente está presente em 323 cidades de 90 países. A rede ainda é popularmente lembrada pelo fatídico atentado às torres gêmeas em Nova York, no dia 11 de setembro de 2001, mas ocupa uma posição de destaque e liderança no intercâmbio de negócios e na captação de investidores de todo o mundo.

O WTC chegou ao Brasil em 1995, instalando-se em São Paulo. O complexo abriga uma unidade do hotel Sheraton com 300 quartos, um centro de convenções com 20 mil metros quadrados, o maior shopping de decoração e design da América Latina, com 120 lojas, e uma torre de escritórios com 60 empresas de grande porte. O CEO do WTC no país, Leonardo Figueiró, classifica o empreendimento que vai trazer a rede para Goiânia, que já está com as obras em andamento pela Consciente Construtora e JBJ Incorporações, como sendo tão grandioso quanto o veterano paulista.

“A marca WTC vem pesquisando as melhores cidades para se investir no Brasil, e Goiânia se destacou nessa lista, por ser um polo inquestionável do agronegócio e também uma cidade em franca expansão econômica. Tratamos Goiânia como a capital do agronegócio no Brasil, que atrai investidores de todo o país e também de outros continentes. Vamos trazer para Goiânia todas as modalidades de negócio e networking que já existem em São Paulo”, destaca Figueiró.

Para o diretor-presidente da Consciente Construtora, Ilézio Inácio Ferreira, a pujança econômica do Estado fez com que um empreendimento do porte do World Trade Center se tornasse necessário para o cenário local. Ao atrair a atenção de investidores de todo o mundo para Goiás, o WTC vai possibilitar que os empresários da região ultrapassem fronteiras no fomento e desenvolvimento de seus negócios. 

“Goiás foi escolhido para ser sede de um WTC por sua importância no desenvolvimento do agronegócio. O mundo todo tem os olhos voltados para o Brasil como o celeiro do mundo, e Goiás está no coração do país com um desenvolvimento notável em sua agricultura e pecuária. A presença da marca aqui irá potencializar ainda as exportações e também a aquisição de tecnologia e conhecimento para otimizar a produção”, analisa Ilézio.

O CEO do WTC no Brasil, Leonardo Figueiró, destaca que, muito mais do que o prédio em si, o grande chamariz da marca é a rede internacional de negócios, que integra as mais de 300 unidades espalhadas pelo mundo em um sistema contínuo de compartilhamento de interesses e contatos. Desta forma, Goiânia estará definitivamente integrada ao mapa de negócios internacionais. A chegada do WTC vai facilitar a organização de missões internacionais de outros países na capital goiana, além de promover a ida de empresários da cidade para eventos promovidos nos países atendidos pela rede. 

“As possibilidades de negócio são ilimitadas. Quando o WTC chega a uma cidade, traz toda uma rede de serviços, que é o Business Club, um clube de negócios com dois milhões de associados que promove networking, internacionalização de negócios e geração de conteúdo. O WTC vai colocar Goiânia no mapa dos negócios internacionais. A cidade vai ser integrada a essa rede e mostrar para o mundo inteiro o que a região tem a oferecer. Muito mais do que um empreendimento imobiliário, o WTC é uma rede que estimula a geração de negócios e a atração de investimentos”, ressalta Leonardo Figueiró.

“O World Trade Center Goiânia exercerá um papel econômico relevante, porque colocará Goiás em sintonia com os negócios internacionais. A rede WTC promove a interligação das atividades locais com o mercado internacional. Por meio do Business Club, eventos internacionais e rodadas de negócios são oportunizadas. É um hub que coloca empresas do mundo inteiro em conexão, interação e sinergia. Tanto é assim que, onde se instala o WTC, cria-se um ambiente favorável para se conseguir, junto aos governos, incentivos fiscais”, completa Ilézio.

Segundo o gerente comercial da Consciente Construtora, Felipe Melazzo, o lançamento do WTC já pode ser considerado um sucesso estrondoso, com mais de 70% de suas unidades já comercializadas. Melazzo atribui boa parte do êxito comercial à força do agronegócio goiano, mas também cita o crescimento do setor de serviços como fator de grande influência das vendas.

“Os resultados positivos apresentados pelo agronegócio foram preponderantes para o sucesso das vendas do WTC, assim como o setor de serviços, que teve um crescimento acima da média nos últimos meses. O balanço é positivo e o empreendimento atendeu as expectativas. O mercado compreendeu a grandiosidade da marca WTC, das qualidades do empreendimento e do impacto positivo que está causando na região”, avalia Felipe.

Em Goiânia, o empreendimento seguirá a tendência do uso misto, aliando três vertentes que o CEO do WTC no Brasil, Leonardo Figueiró, chama de “live, work, and play” (viva, trabalhe e se divirta). A mesma área abrigará uma torre residencial e outra comercial, além de shopping center, hotel, centro de convenções e áreas de convivência. O valor geral de vendas (VGV) do empreendimento é estimado em R$ 300 milhões, e a finalização das obras está prevista para 2023.

Rede World Trade Center Association enfrentou tragédia há 20 anos

Mesmo depois de quase 20 anos do fatídico atentado às torres gêmeas em Nova York, ainda é comum associar a marca World Trade Center aos famosos prédios da ilha de Manhattan. Após enfrentar o luto pelas quase três mil pessoas mortas no ataque terrorista, a World Trade Centers Association (WTCA) começou a reconstrução do complexo, agora formado por seis novos arranha-céus - entre eles um memorial e museu em homenagem às vítimas. O edifício principal, batizado de One World Trade Center, é atualmente o mais alto dos Estados Unidos, com 541 metros.

Segundo Leonardo Figueiró, CEO do WTC no Brasil, o atentado às torres gêmeas acabou trazendo relevância e atenção à marca, que desde então teve sua expansão internacional acelerada de forma inédita. No país, há projetos em andamento para trazer o WTC para cidades como Belo Horizonte, em Minas Gerais, e Campinas, no interior de São Paulo, nos próximos anos.

“O ataque terrorista não foi à rede WTC, mas sim ao capitalismo americano. Foi uma tragédia muito grande, mas que deu uma visibilidade e exposição muito grande à marca no mundo inteiro. Na época do atentado, a rede estava presente em cerca de 130 cidades. Hoje, já são 323 cidades, um crescimento de quase três vezes em 20 anos”, ressalta Figueiró.


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